Também chamado de condensador, ele é um dispositivo de circuito elétrico que tem como função armazenar cargas elétricas e consequente energia eletrostática, ou elétrica. Ele é constituído de duas peças condutoras que são chamadas de armaduras. Entre essas armaduras existe um material que é chamado dedielétrico. Dielétrico é uma substância isolante que possui alta capacidade de resistência ao fluxo de corrente elétrica. A utilização dos dielétricos tem várias vantagens. A mais simples de todas elas é que com o dielétrico podemos colocar as placas do condutor muito próximas sem o risco de que eles entrem em contato. Qualquer substância que for submetida a uma intensidade muito alta de campo elétrico pode ser tornar condutor, por esse motivo é que o dielétrico é mais utilizado do que o ar como substância isolante, pois se o ar for submetido a um campo elétrico muito alto ele acaba por se tornar condutor.
Os capacitores são utilizados nos mais variados tipos de circuitos elétricos, nas máquinas fotográficas armazenando cargas para o flash, por exemplo. Eles podem ter o formato cilíndrico ou plano, dependendo do circuito ao qual ele está sendo empregado.
Capacitância
É denominada capacitância C a propriedade que os capacitores têm de armazenar cargas elétricas na forma de campo eletrostático, e ela é medida através do quociente entre a quantidade de carga (Q) e a diferença de potencial (V) existente entre as placas do capacitor, matematicamente fica da seguinte forma:
No Sistema Internacional de Unidades, a unidade de capacitância é o farad (F), no entanto essa é uma medida muito grande e que para fins práticos são utilizados valores expressos em microfarads (μF), nanofarads (nF) e picofarads (pF). A capacitância de um capacitor de placas paralelas, ao ser colocado um material dielétrico entre suas placas, pode ser determinado da seguinte forma:
Onde:
εo é a permissividade do espaço;
A é a área das placas;
d é a distância entre as placas do capacitor.
George Simon Ohm foi um físico alemão que viveu entre os anos de 1789 e 1854 e verificou experimentalmente que existem resistores nos quais a variação da corrente elétrica é proporcional à variação da diferença de potencial (ddp). Simon realizou inúmeras experiências com diversos tipos de condutores, aplicando sobre eles várias intensidades de voltagens, contudo, percebeu que nos metais, principalmente, a relação entre a corrente elétrica e a diferença de potencial se mantinha sempre constante. Dessa forma, elaborou uma relação matemática que diz que a voltagem aplicada nos terminais de um condutor é proporcional à corrente elétrica que o percorre, matematicamente fica escrita do seguinte modo:
V = R.i
Onde:
• V é a diferença de potencial, cuja unidade é o Volts (V);
• i é a corrente elétrica, cuja unidade é o Àmpere (A);
• R é a resistência elétrica, cuja unidade é o Ohm (Ω).
É importante destacar que essa lei nem sempre é válida, ou seja, ela não se aplica a todos os resistores, pois depende do material que constitui o resistor. Quando ela é obedecida, o resistor é dito resistor ôhmico ou linear. A expressão matemática descrita por Simon vale para todos os tipos de condutores, tanto para aqueles que obedecem quanto para os que não obedecem a lei de Ohm. Fica claro que o condutor que se submete a esta lei terá sempre o mesmo valor de resistência, não importando o valor da voltagem. E o condutor que não obedece, terá valores de resistência diferentes para cada valor de voltagem aplicada sobre ele.
A eCoupled é uma tecnologia de transferência de energia usando imãs e não mais um emaranhado de fios.
O estudo da eletricidade se iniciou na Antiguidade, por volta do século VI a.C, com o filósofo e matemático grego Tales de Mileto. Ele, dentre os maiores sábios da Grécia Antiga, foi quem observou o comportamento de uma resina vegetal denominada de âmbar. Ao atritar essa resina com tecido e/ou pele de animal, Tales percebeu que daquele processo surgia uma importante propriedade: o âmbar adquiria a capacidade de atrair pequenos pedaços de palha e/ou pequenas penas de aves. Em grego, a palavra elektron significa âmbar, a partir desse vocábulo surgiram as palavras elétron e eletricidade.
Apesar desse feito, nada foi descoberto por mais de vinte anos, ficando, dessa forma, intactas as observações de Tales de Mileto. No século XVI, o médico da rainha Elizabeth I, da Inglaterra, Willian Gilbert, descobriu que era possível realizar a mesma experiência de Tales com outros materiais. Nessa época, o método da experimentação, criado por Galileu Galilei, começou a ser utilizado. Gilbert realizou vários estudos e experiências, sendo uma delas as formas de atrito entre os materiais. Já no século XVIII o cientista norte-americano Benjamin Franklin, o inventor do para-raios, teorizou que as cargas elétricas eram um fluido elétrico que podia ser transferido entre os corpos. Contudo, hoje já se sabe que os elétrons é que são transferidos. O corpo com excesso de elétrons está eletricamente negativo, ao contrário do corpo com falta de elétrons, que se encontra eletricamente positivo. Mas qual é o ramo de estudo da eletricidade?
O estudo da eletricidade se divide em três grandes partes:
Eletrostática: é a parte que estuda o comportamento das cargas elétricas em repouso como, por exemplo, o estudo e compreensão do que é carga elétrica, o que é campo elétrico e o que é potencial elétrico.
Eletrodinâmica: essa é a parte que estuda as cargas elétricas quando em movimentação. Ela estuda o que é corrente elétrica, os elementos de um circuito elétrico (resistores e capacitores) bem como a associação deles, tanto em série quanto em paralelo.
Eletromagnetismo: nessa parte se estuda o comportamento e o efeito produzido pela movimentação das cargas elétricas. É a partir desse estudo que fica possível entender como ocorrem as transmissões de rádio e televisão, bem como entender o que vem a ser campo magnético, força magnética e muito mais.
A resistência elétrica é uma propriedade que os materiais em geral têm, de dificultar o movimento dos elétrons. Sendo assim, a corrente elétrica tem sua intensidade reduzida naqueles materiais cuja resistividade é maior.
Resistência de chuveiro
Lâmpada incandescente
Conhecida a resistividade de um material, pode-se criar um dispositivo, composto do respectivo material, que tenha um valor conhecido para a resistência elétrica. Assim sendo, pode-se controlar as respectivas intensidades das correntes elétricas que atravessam um determinado circuito eletrônico.
O efeito joule causa a liberação de calor. Exemplos de equipamentos que utilizam esse princípio são os chuveiros, aquecedores de cabelo, lâmpadas incandescentes, etc.
Resistor de circuitos eletrônicos
Nos circuitos eletrônicos em geral, os resistores são encontrados associados em série ou em paralelo, e muitas vezes em associações mistas, que são compostos por conjuntos de associações em série e em paralelo.
No caso da associação em série, a corrente elétrica i é a mesma para todos os resistores do circuito. A somatória das quedas de tensão no circuito é igual à tensão aplicada nos extremos A e B do circuito, segundo a lei das malhas de Kirchoff. Na figura 01 temos a representação de um circuito em série.
Deste modo, para a corrente elétrica teremos então a seguinte relação:
i1 = i2 = ... = in
E para as tensões no circuito, teremos:
U = U1 + U2 + ... + Un
Sabemos que a tensão aplicada U é proporcional à corrente:
U = i.R
Deste modo, podemos escrever para uma associação de resistores, a tensão aplicada Ueq em função da corrente e da resistência equivalente Req:
Ueq = i.Req
Para vários resistores, teremos:
i.Req = i1.R1 + i2.R2 + ... + in.Rn
Como
i1 = i2 = ... = in
Então podemos escrever:
i.Req = i.R1 + i.R2 + ... + i.Rn
Desta forma, eliminamos i da expressão acima e obtemos:
Req = R1 + R2 + ... + Rn
Ou seja, a resistência equivalente é simplesmente a soma das resistências oferecidas por cada resistor.
Quando o circuito se divide em ramificações, a corrente se divide entre estas ramificações do circuito, segundo a lei dos nós de Kirchoff. Observe a figura 02:
A associação em paralelo tem as seguintes características:
A corrente elétrica que passa pelo circuito todo é igual à soma das correntes elétricas que passa por cada um dos resistores da associação. Dessa forma, podemos escrever:
ieq = i1 + i2 + ... + in
A diferença de potencial em um dos resistores é igual à diferença de potencial dos outros resistores:
Ueq = U1 = U2 = ... = Un
Como
i = U/R
Podemos escrever a corrente que percorre todo o circuito como sendo:
ieq = U/Req
Conseqüentemente, teremos:
U/Req = U/R1 + U/R2 + ... + U/Rn
Podemos eliminar U das expressões acima e finalmente escrever:
1/Req = 1/R1 + 1/R2 + ... + 1/Rn
Para uma associação de 2 resistores, teremos:
1/Req = 1/R1 + 1/R2
Neste caso podemos simplificar, isolando Req e obter uma fórmula prática:
Req = R1.R2/(R1 + R2)
No caso da associação mista, temos um combinado dos dois tipos de associação de resistores, série e paralelo. Para determinar a resistência equivalente, devemos começar pelas malhas independentes, ou seja, aquelas cujo resultado não dependa das outras malhas do circuito. Veja como proceder num circuito como o da figura 03.
Aparentemente, é um circuito complexo. Mas separamos os trechos independentes de malha, circulando-os em vermelho e renomeando-os, também em vermelho. É o que mostra a Figura 04. Note que no meio do circuito, temos basicamente uma linha de corrente que obrigatoriamente passa pelo resistor r7.
Note que o circuito apresenta cinco trechos independentes, em série. São eles req1, req2, req4, rreq6 e r7 (r7 vermelho, claro). Req3 é o único trecho independente em paralelo. Após os cálculos da resistência equivalente em cada trecho, teremos um “novo circuito”, igual ao da Figura 05.
Delimitamos em azul, para fins de análise, os resistores independentes, e os renomeamos também com azul conforme mostra a Figura 06.
Após efetuar os cálculos obtemos um circuito genérico, mostrado na figura 07.
Novamente separamos e renomeamos em verde cada resistor ou associação, conforme mostra a figura 08.
Novamente fazemos os cálculos e obtemos o circuito genérico mostrado na figura 09.
Separamos e renomeamos os trechos independentes do circuito em dourado, conforme figura 10.
Fazemos novamente o cálculo, de modo a obter um circuito equivalente mostrado na figura 11.
Temos apenas um trecho independente agora. Só pra manter a sequência, delimitarmeos agora com cinza e renomearemos, conforme figura 12.
O resistor equivalente, após os cálculos, é igual ao da figura 13.
Referências bibliográficas: HALLIDAY, David, Resnik Robert, Krane, Denneth S. Física 3, volume 2, 5 Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 384 p.
l Language: Portuguese
video 01 - Introducao a Cerca Eletrica
video 02 - Como Ligar Cerca Eletrica
video 03 - Instalacao das Hastes Eletrificador e Sirene da Cerca Eletrica
video 04 - Testando o Funcionamento da Cerca Eletrica...
Som Automotivo Pioneer Deh-1580ub Entrada USB - Entrada Auxiliar Frontal Frente Removível
O CD player DEH-1580UB vem com entrada USB e auxiliar frontais e reproduz os formatos de áudio MP3 e WMA. Através da entrada USB é possível também conectar dispositivos AndroidTM compatíveis e curtir suas músicas. Para regular muito bem o seu som, utilize recursos como o equalizador de 5 bandas, o reforçador de graves e os filtros HPF e LPF. Para incrementar o seu sistema de som, utilize suas saídas RCA com controle para subwoofer. Você pode selecionar a cor de iluminação dos botões do DEH-1580UB entre âmbar ou azul. O modelo ainda possui RDS para você visualizar informações enviadas pelas emissoras de FM* e também recepção em ondas curtas.
Informações técnicas
Marca
Pioneer
Referência
DEH-158UB.
Cor
Preto
Modelo
Pioneer DEH-1580UB
Linha
CD Player Automotivo MP3
Reproduz
- MP3; - WMA; - WAV.
Conectividade
Entrada USB
sim
Entrada Auxiliar
Sim
Recursos de áudio
Loudness
Sim
02 níveis.
MOSFET
23W x 4 a a OHMS.
Opções de equalização
equalizador gráfico de 5 bandas.
Recursos Extras
Proteção anti-choque
Sim
Relógio digital
Sim
Rádio
Sintoniza AM/FM
sim
Memória para estações AM/FM
- 06AM; - 18FM.
Alimentação
Aparelho
12 v.
Conexões
Entradas
- USB Frontal; - Auxiliar Frontal.
Saídas
02 saídas RCA.
Peso
Peso do produto
1,20 kg.
Peso do produto com embalagem
1,48 kg.
Dimensões
Produto
(L x A x P): 18,8 X 5,8 X 18,2 cm.
Dimensões da embalagem
(L x A x P): 22,7 x 11,3 x 27,2 cm.
Prazo de garantia
01 ano (sendo 3 meses de garantia legal e mais 9 meses de garantia especial concedida pelo fabricante).
Os fios são feitos de um único e espesso filamento, e por isso são rígidos.
Os cabos são feitos por diversos filamentos finos, o que lhes dá maleabilidade e facilita sua colocação dentro dos eletrodutos.
Devem ser usados os Fios e Cabos de cobre de alta condutibilidade, tipo anti-chamas, com revestimento termoplástico e nível de isolamento para 750V e 1000V, salvo indicação em contrário do projeto executivo de elétrica.
* Cada fio ou cabo deve conter as seguintes informações gravadas de forma contínua: bitola – isolação – temperatura – nome do fabricante.
Básicamente as características elétricas (capacidade de condução de corrente, resistência da isolação, etc.) dos cabos flexíveis são as mesmas dos fios rígidos.
A grande diferença é que os cabos flexíveis são melhores para a instalação devido ao fácil manuseio.
Os fios e cabos elétricos de potência em baixa tensão são os responsáveis pela transmissão de energia em circuitos de até 1000 volts.
São basicamente constituidos de tres partes distintas…
Cabo é melhor que fio?
Depende da utilização.
A única diferença que existe é a flexibilidade, pois a capacidade de corrente é a mesma, ou seja, um fio 1,5 mm², um cabo 1,5 mm², ou um cabo flexível 1,5 mm², possuem a mesma capacidade de condução de corrente.
Resumindo, a capacidade de corrente é a mesma para as mesmas seções nominais, independentemente da classe do condutor.
O que vai definir a classe a ser utilizada é a aplicação e/ou a preferência do projetista ou instalador.
Então fio ou cabo qual utilizar?
A rigor, só existe uma diferença, que é a flexibilidade, já que a capacidade de corrente dos dois é a mesma.
O fio é constituído por um único e espesso filamento, tornando-o mais rígido.
O cabo é formado por vários filamentos finos o que o torna mais maleável facilitando sua instalação, principalmente nos trechos onde há curvas.
Ao adquirir este tipo de material, não avalie apenas o preço, a qualidade da matéria prima é muito importante como: Na compra de qualquer produto, desconfie dos preços baixo demais afinal quem fazia milagres já morreu mas nunca deixe de pesquisar preços.
Seja qual for a marca e o tipo de material utilizado (fio ou cabo) utilize os produtos que tenham suas identificações claras como seção, temperatura, tensão de isolamento, n° da norma que especifica as características técnicas referidas para este cabo.
Aterramento Elétricos! Segundo a ABNT, aterrar significa colocar instalações e equipamentos no mesmo potencial de modo que a diferença de potencial entre a terra e o equipamento seja zero.
Isso é feito para que, ao operar máquinas e equipamentos elétricos, o operador não receba descargas elétricas do equipamento que ele está manuseando.
O que é aterramento elétrico?
Aterrar um dispositivo ou equipamento está relacionado a interliga-lo com a terra propriamente dita ou a uma grande massa que possa a substituir. Então quando nos referenciamos a um dispositivo aterrado estamos afirmando que pelo menos um de seus terminais estão propositalmente ligados a terra. Um equipamento não necessita possuir aterramento elétrico para funcionar (Infelizmente), no entanto, quando nos referimos a um nível de tensão ou de um sistema de comunicação a referencia é na maioria das vezes um potencial “zero”que tradicionalmente é a terra. Imagine então que um objeto sobre a terra está em seu potencial ou seja “Está Aterrado Elétricamente”.
Mas na verdade qual é o objetivo do aterramento elétrico?
Podemos pontuar o objetivo do aterramento em três:
Proteção da integridade física do homem
Facilitar o funcionamento de dispositivos de proteção
Descarregar cargas eletrostáticas de carcaças de objetos e equipamentos
Proteção da integridade física
Fonte: museulight.com.br
É sabido que o principal objetivo do aterramento elétrico é garantir a integridade física do homem seja na utilização da eletricidade de forma doméstica quanto no uso profissional. A segurança com instalações elétricas é abordado de diversas formas através da NBR 5410 ou mesmo na Norma Regulamentadora NR10 (Conheça mais sobre os assuntos da NR10 Aqui!) que postamos aqui na Sala da Elétrica Anteriormente.
O fato é que um equipamento que não esteja aterrado não consegue se “desfazer” da corrente de fuga e quando um indivíduo entra em contato sofre toda a descarga elétrica da estrutura, já com o aterramento elétrico, toda a corrente de fuga é direcionada a terra através dos condutores.
Não podemos esquecer também que toda a instalação elétrica deve estar prevendo este sistema de proteção, inclusive as emendas devem ser sempre muito bem feitas, veja nosso post de emendas: Derivação e Prolongamento.
Facilitar o funcionamento de dispositivos de proteção
Pense bem! Como funciona os dispositivos de proteção (disjuntores, fusíveis, etc…)? seja por corrente de curto circuito ou sobrecarga eles sempre irão depender do aumento da corrente, logo, se não houver aterramento não existe “vazão”da corrente elétrica, por exemplo: uma geladeira cujo motor está com fuga de corrente e não possui aterramento, a corrente excedente somente será descarregada da carcaça quando um indivíduo estabelecer um contato entre esta e a terra. Porém, quando existe o aterramento a corrente elétrica é direcionada a terra e temos o aumento excessivo da corrente causando o acionamento do dispositivo de proteção (seja um fusível. disjuntor,etc…), o seja, facilitando seu funcionamento.
Descargas de cargas eletrostáticas
Como sabemos, cargas eletrostáticas são geradas a todo momento seja através do atrito, do caminhar de uma pessoa ou até mesmo reações químicas, porém, nem sempre são notadas, mas este fenômeno pode ser prejudicial ao desempenho de equipamentos eletrônicos e até mesmo para a sua segurança. Como Assim? Imagina um caminhão de combustível ao realizar a descarga de gasolina em Posto, se este não possuir um aterramento neste momento corre um sério risco de explosão pois durante a viagem ficou exposto ao atrito com o vento/ar e seus pneus o isolam da terra.
A primeira ideia que temos ao ver a instalação elétrica de uma residência, é de algo extremamente complexo,um emaranhado de fios de vários calibres de várias cores indo e vindo em direções sem sentido algum,isto porque vemos o sistema como um todo, mas, ao fragmentar a instalação de cada componente elétrico,percebemos que o que ocorre é uma repetição do mesmo processo em toda parte dos cômodos. Nesta postagem estarei mostrando de maneira simples a instalação elétrica monofásica (uma fase)em uma residência,onde a palavra de ordem deve ser : "cuidado" e cuidado redobrado,uma vez que estamos mexendo com um elemento que pode ser mortal,pois com energia elétrica não se pode brincar, O esquema a ser mostrado se refere ao padrão antigo onde ainda não se faz o uso do fio terra,(o fio neutro. deve ser de cor azul conforme norma (NBR5410)nesta postagem os fios não estão embutidos na parede para que se possa ter uma ideia decomo funciona o esquema,certo de que em sua casa as tubulações ja estão devidamente prontas, vamos começar,tenha em mãos alicate normal e alicate de bico,fita isolante,chave de fenda , chave estrela,martelo e miguelões então... vamos começar.
DISTRIBUINDO OS FIOS DO PADRÃO DE ENERGIA PARA TODA A CASA
No geral os fios de alta tensão da rede são 4, de cima pra baixo,o primeiro é o neutro e os 03 debaixo são osfase ou seja passam energia por ele.
sua casa pega o primeiro e qualquer um dos fios debaixo
no mesmo esquema da rua, o de cima é neutro(que deve ser de cor azul conforme norma (NBR5410) e o debaixo é fase(corre energia)
do padrão para a sua casa no geral existe essa peça de louça e o esquema ainda é o mesmo, o de cima é neutro e o debaixo é fase.
da peça de louça para dentro de sua casa, representando o fio vermelho para o fase e o amarelo para o neutro,geralmente o pessoal usa fios de bitola 2,5mm para esses fios.
Por enquanto vamos deixar esses dois fios ai quietinhos,o que iremos fazer primeiramente é expandir fios neutros e fase por toda a casa, entenda, todos os cômodos da casa precisa ter um fio fase e outro neutro,PARA EVITAR ACIDENTES CERTIFIQUE QUE A CHAVE DO PADRÃO ESTEJA DESLIGADA. Caso você tenha alguma duvida, use uma chave de teste em ambos os fios para ter certeza se está ou não passando corrente.Acompanhe imagens e video abaixo:
OBS: JAMAIS ENCOSTE FIO NEUTRO E FASE ISTO PODE GERAR UM CURTO CIRCUITO
você pode usar roldanas de plastico ou louça para esticar os fios
basta pregar nos caibros ou vigotas
sempre de duas uma paralela a outra
dois fios deverão ser esticados por todos os cômodos o de cima é neutro e o debaixo é fase, faça isso para você não se confundir.
todos os cômodos devem ter um fase e um neutro
as cores podem ser variadas desde que vc possa distinguir a função de cada.
OBS: JAMAIS ENCOSTE FIO NEUTRO E FASE ISTO PODE GERAR UM CURTO CIRCUITO
CONECTANDO OS FIOS DO PADRÃO AOS FIOS DA CASA
Certo que os fios ja foram distribuídos em toda a parte da casa, ainda com a chave desligada,iremos conectar os fios que vieram do padrão para a nossa fiação central,o primeiro a ser emendado é o fio amarelo, neutro, veja imagens e video abaixo:
fios do padrão
descasque fio neutro
emende o fio neutro do padrão nele
com alicate enrosque e aperte bem,pois,fios folgados dá mal contato, impedindo o funcionamento de equipamentos elétricos,um colega que se identificou como WST nos enviou esta imagem a baixo ,mostrando a forma correta de se fazer a emenda em um fio,perceba que são dadas 10 voltas,veja:
faça o devido isolamento,use,fita de qualidade a marca 3M é muito boa fitas ruins com o tempo ressecam e se desprendem dos fios deixando expostos e aumentando o risco de acidentes
faça o mesmo procedimento com o fio fase
emende bem e ..
isole.
assista video abaixo:
COLOCANDO A CHAVE GERAL(OU DISJUNTOR) NO FIO FASE
Perceba que ligamos os fios do padrão ao interior de nossa casa de forma direta,mas, e se ocorrer de precisar trocar uma lampada ou fazer qualquer outro reparo dentro de casa,teremos que ir la fora no padrão desligar a chave e se for em um dia de chuva?, pra evitar esse transtorno e também por medida de segurança, e essencial que se tenha dentro de nossa casa uma chave geral,que sempre fica acoplado na caixa de disjuntor. você se lembra que fizemos uma ligação direta do neutro e do fase,para colocar o disjuntor iremos fazer um corte no fio fase e colocaremos um disjunto fazendo a conexão, veja imagens e vídeo abaixo;
esse é um disjunto de 30
geralmente ficam embutidos na sala
na chamada caixa de disjuntores
aqui temos um para casa e outro para o chuveiro
pois apenas um disjuntor pode não ser suficiente.
com o fio cortado iremos fazer esse gancho...
abraçar o parafuso do nosso disjunto...
e apertar bem o parafuso
O disjunto vai ficar dessa maneira, para certificar de que a corrente está passando normalmente, ligue a chave no padrão e com uma chave de teste veja se está passando corrente normalmente, se voce não sabe como funciona a chave de teste veja video abaixo depois de testado, desligue o disjunto do padrão e o disjuntor da casa e vamos ao próximo passo.
assista vídeo abaixo:
INSTALAÇÃO DE UM APAGADOR (INTERRUPTOR) SIMPLES
Supondo que estamos no quarto,e queremos colocar uma lampada, já temos em nosso quarto um fio neutro e um fio fase,o procedimento é simples,veja abaixo imagens e videos:
iremos colocar a nossa lampada aqui no meio do quarto
usaremos esse bocal de rabicho embora existam vários modelos
vamos descascar o fio neutro que passa no quarto
iremos emendar um dos fios do bocal de rabicho no neutro
iremos isolar devidamente
assista video abaixo:
iremos agora fazer uma ligação neste apagador simples
atrás existem 2 parafusos que irão fixar os fios
para ligar o apador iremos descascar o fio fase...
cerca de1cm
iremos emendar nele um fio que deverá ir para o nosso apagador,veja o tamanho que será necessário,..
e isolar com fita
e leve a outra ponta ao nosso apagador e parafuse bem,não deixe folga pra evitar que lampada fique piscando
assista video abaixo:
agora iremos pegar outro fio de cor branca ou outra qualquer e .....
ligar na outra entrada do apagador..
e levar até a outra perna do bocal de rabicho. assista vídeo abaixo:
se sua fiação for embutida.
parafuse e
feche
TESTE ANTES DE PARTIR PRA PRÓXIMA FASE- Como havia dito, pra coisa dar certo ,é super importante que ao instalar cada componente irmos testando,com esse procedimento iremos solucionar o problema de imediato, poderíamos fazer toda a instalação e depois testar, mas , caso apresentasse algum defeito seria mais demorado achar o erro.por isso a cada componente instalado teste antes, para isso, ligue a chave geral ,teste,desligue e vá para a próxima instalação, acompanhe vídeo abaixo:
INSTALAÇÃO DE TOMADA SIMPLES
A colocação de tomada é a mais simples da instalação,basta simplesmente ligar a ela um fio neutro e um fio fase,para isso desligue a chave geral e veja como fazer.
tomada simples
na rede que foi estendida dentro de casa,emende um fio neutro e isole bem
faça o mesmo com o fase
e conecte aos parafusos do nosso apagador.
assista vídeo abaixo;
INSTALAÇÃO DE 02 INTERRUPTORES COM 01 TOMADA CONJUGADA
O principio de instalação deste elemento é basicamente o mesmo da tomada e do interruptor que foi mostrado anteriormente a diferença é que estarão todos em uma mesma peça, de inicio vamos ligar a tomada de nosso conjuga, acompanhe imagens e videos abaixo:
interruptor com dois apagadores e tomada frente...
costa da peça
LIGANDO A TOMADA DO NOSSO CONJUGADO- O processo é o mesmo da tomada simples iremos puxar um fio neutro e um fase pra nossa tomada veja imagens e vídeo abaixo:
corte um fase e um neutro e..
ligue na tomada de nosso conjugado, aperte bem os parafuso
a ligação da tomada está pronta.
assista vídeo abaixo:
INSTALANDO OS BOCAIS PARA AS DUAS LÂMPADAS-Antes de ligarmos os fios no interruptor, iremos preparar os bocais para as lampadas, supondo que estamos na cozinha ,iremos instalar uma lampada dentro e uma fora da casa,veja imagens:
bocal de rabicho
iremos pegar um neutro e emendar uma perna do bocal ....
essa lampada é a de dentro, por hora vamos deixar ela assim mesmo.isole e vamos puxar a nossa segunda lampada.
vamos fazer um novo corte no neutro e...
puxar um bocal para a nossa segunda lampada
isole bem.
PUXANDO UM FIO FASE PARA O NOSSO CONJUGADO
Com os bocais das lampadas de dentro e de fora já alimentados com o fio neutro, iremos agora preparar o fio fase pra ser emendado nas pernas dos bocais, pra isso iremos recorrer novamente a nossa rede central e puxar um fio fase para o nosso interruptor, acompanhe imagem e videos abaixo;
recorte o fio fase da rede principal
cerca de 1 cm
emende um fio com o tamanho que chegue ate o nosso conjugado
emende bem e isole com fita isolante e...
leve esse fio até o nosso interruptor
ele deve percorrer o centro do disjunto...
assista vídeo abaixo:
aperte bem os parafusos de fixação, caso ache necessário ,ligue a chave geral e cuidadosamente faça um teste com a chave de teste pra ver se a corrente está passando pelos fios fase.
assista vídeo abaixo:
ENVIANDO O RETORNO PARA OS BOCAIS DAS LAMPADAS
Perceba que ja colocamos os bocais de dentro e de fora,puxamos o fio fase para o nosso interruptor e agora iremos jogar os fios fase do interruptor para as nossas lampadas, pra isso é super importante que você use fios de cores diferenciadas,para que você possa se organizar e para que mais adiante ao fazer alguma manutenção você possa saber quem é quem no sistema elétrico,veja imagens e videos abaixo:
para o retorno usaremos um fio branco para a lampada de dentro e o fio azul para a lampada de fora,
bocal de dentro recebe..
fio de cor branca e..
bocal de fora o fio azul
O ESQUEMA FICOU ASSIM:
TESTE ANTES DE PARTIR PRA PRÓXIMA FASE- Como havia dito, pra coisa dar certo ,é super importante que ao instalar cada componente irmos testando,com esse procedimento iremos solucionar o problema de imediato, poderíamos fazer toda a instalação e depois testar, mas , caso apresentasse algum defeito seria mais demorado achar o erro,por isso, a cada componente instalado teste antes, para isso, ligue a chave geral ,teste,desligue e vá para a próxima instalação, acompanhe vídeo abaixo:
O colega Ezequiel de Oliveira pediu pra mim mostrar uma forma de fazer a instalação elétrica por fora da parede, como exemplo estou mostrando um jeito que eu fiz aqui em casa no quarto que fica o meu computador, como não tinha tubulação embutida na parede , eu coloquei um tipo de calha de pvc , que é parafusada na parede ,por onde os fios ficam protegidos,pra quem não quer fazer quebradeira em casa essa é uma ótima opção, veja abaixo fotos e videos, logo logo estarei postando imagens da instalação feita em tubos de pvc e fixas por abraçadeira.
SE SUA NET TEM BOA VELOCIDADE, ACOMPANHE NA ÍNTEGRA 02 VIDEOS POSTADOS NO YOUTUBE: